domingo, 24 de outubro de 2010

Só mais um texto pra falar de amor. PARTE I

Hoje eu sentei aqui para contar uma coisa para vocês. Talvez vocês já saibam tudo que eu vou dizer. Mas a questão aqui não é O QUE, mas COMO. Como eu penso sobre amor.

Eu, meus vinte anos, minha sensibilidade e minha afinidade com pessoas e com o mundo são os fatores que mais determinam minhas convicções e teorias sobre this thing called LOVE.

Penso, o tempo todo, sobre tudo que me cerca. Penso besteiras, vou longe demais. Penso no que será que as pessoas pensam enquanto me cercam, e quando estão longe. Converso. Converso com todo mundo, quase o tempo todo. Falo demais. Converso para saber o que as pessoas pensam e principalmente, como.

Eu preciso de pessoas. Bem, na verdade, eu, a torcida do flamengo, e o mundo. Pessoas precisam de pessoas. É tão lógico quanto 2 e 2 são 4. Mas nem todas as pessoas têm essa consciência.

Vocês me desculpem se eu novamente estou indo longe demais e dando muitas voltas para chegar ao ponto. Mas para mim é importante falar de pessoas para falar de amor.

Pois amor é a batuta que rege a relação entre os homens. O amor ou a falta dele.

O amor está onde as relações são generosas e gentis. E o amor sempre está, até que se prove o contrário. Não tem a ver com tempo e nem necessariamente com presença.

Se um casal se une rapidamente as pessoas reclamam, dizem que não é possível que se amem em tão pouco tempo. No entanto, se um casal já está junto há muito tempo, dizem que o amor vai desgastar...

E essa vida útil que atribuimos ao amor?

continua ....