Que a sua hipocrisia lave-lhe alma
que lhe seque
Cada veia do corpo
Cada unha dos dedos
Cada gota de saliva dessa boca venenosa
Que seu destino lhe reserve a ironia
que lhe persegue
por uma teia de medos
presa pra sempre em pesadelos
sem saida em alguma cena horrorosa
que eu já não seja mais nada pra voce
de fato
e nao só nesse seu trato de fazer parecer
Quero verdade servida no almoço
E nao tuas alfinetadas
mal dadas
fincadas
cravadas no meu peito
sem jeito
Que tal aprender a me ferir
Com vontade
Nojo...
Sou eu
Esse horror seu
me tira daqui
me
expulsa
A repulsa que lhe causo
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
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