Pelos quatro cantos da cidade
Eu vou procurando você
Te mando cartas em códigos mensagens
Telegramas que você nunca lê
Jogo no vento segmentos passagens
Dos poemas que eu fiz pra você
Mas o tempo desfaz a tua imagem
Só pra tentar me poupar de sofrer
Ver você passar é tão difícil
E fingir não ser apaixonada
Tentar não mostrar o que é visível
E viver assim sempre calada
E as palavras vão saindo da minha boca
Antes que eu possa tentar impedir
Antes da próxima eu já disse outra
Sem lembrar de todas de que me arrependi
Olhos molhados completam minha voz rouca
Rosto vermelho e um coração a se partir
Todos já dizem eu estou ficando louca
No desespero de me apaixonar por ti
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Eu já fui assim também
apressada com tudo
levando uma vida a cém
de fazer girar o mundo
Eu já fui de tentar voltar no tempo
de multiplicar a vida
de mostrar talento
e de viver enconlhida
Hoje eu paro no escuro
Me espalho no vento
Mergulho profundo
Mergulho na vida
Hoje me escondo em vitrines
em esquinas barulhentas
Agora já não complico o simples
E deixo pras memórias cada hora de tormenta
HOJE, SOU UM POUCO MAIS DO QUE EU NÃO FUI
UM POUCO MENOS DO QUE EU NAO SOU
EU JÁ NAO FICO
EU VOU.
Gaya Correia - sexta feira / 26 de setembro de 2008
por volta de 5 e pouco...
apressada com tudo
levando uma vida a cém
de fazer girar o mundo
Eu já fui de tentar voltar no tempo
de multiplicar a vida
de mostrar talento
e de viver enconlhida
Hoje eu paro no escuro
Me espalho no vento
Mergulho profundo
Mergulho na vida
Hoje me escondo em vitrines
em esquinas barulhentas
Agora já não complico o simples
E deixo pras memórias cada hora de tormenta
HOJE, SOU UM POUCO MAIS DO QUE EU NÃO FUI
UM POUCO MENOS DO QUE EU NAO SOU
EU JÁ NAO FICO
EU VOU.
Gaya Correia - sexta feira / 26 de setembro de 2008
por volta de 5 e pouco...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
À companhia das coisas
As coisas estão ali
E elas são lindas
E são boas
E são nítidas
E são minhas
E ao contemplar essas coisas
Todas
Soltas
Me acho coisa
e sozinha
Parada que nem me mexo
Calada que nem bocejo
Sozinha
Gaya Correia - mesma data do ultimo post -
E elas são lindas
E são boas
E são nítidas
E são minhas
E ao contemplar essas coisas
Todas
Soltas
Me acho coisa
e sozinha
Parada que nem me mexo
Calada que nem bocejo
Sozinha
Gaya Correia - mesma data do ultimo post -
Ladeada!
Então...
Tem um lado de mim que diz não!
Tem um lado de mim que diz sim!
Tem um lado quadrado, calado... que luta constantemente
Com esse meu lado mais...Emocionado...
Esse meu lado mais gente
Tem um lado de mim que é todo valente!
E outro que é todo enrolado
Queria saber quanta gente
Como eu também tem
Tantos, mas tantos lados!
Gaya Correia - acho que do mesmo dia do entrega...ou dia seguinte...(?)
Confesso a vocês que não acho esses versos de valor poético significante... Mas tenho certa simpatia por eles...então postei-os! =)
Tem um lado de mim que diz não!
Tem um lado de mim que diz sim!
Tem um lado quadrado, calado... que luta constantemente
Com esse meu lado mais...Emocionado...
Esse meu lado mais gente
Tem um lado de mim que é todo valente!
E outro que é todo enrolado
Queria saber quanta gente
Como eu também tem
Tantos, mas tantos lados!
Gaya Correia - acho que do mesmo dia do entrega...ou dia seguinte...(?)
Confesso a vocês que não acho esses versos de valor poético significante... Mas tenho certa simpatia por eles...então postei-os! =)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Meu nome é entrega
É, eu faço essas loucuras
Porque meu nome é entrega
Eu mergulho em água de chuva
Corro aonde escorrega
Pulo de qualquer altura
Porque meu nome é entrega
Eu ando à noite em rua escura
Eu acho que ninguém me pega
Eu fica à sorte, eu fico nua!
Porque meu nome é entrega
E enquanto entrega for meu nome
Eu passo frio, eu passo fome
Mas não deixo tudo aquilo
Que pra todo o peito clame
E para tudo eu sou sincera
Mesmo que caia a censura
Mesmo que lhe acorde a fera
E que lhe consuma a fúria!
Pois o meu nome é entrega!
Gaya Correia - 16 de setembro de 2008
Porque meu nome é entrega
Eu mergulho em água de chuva
Corro aonde escorrega
Pulo de qualquer altura
Porque meu nome é entrega
Eu ando à noite em rua escura
Eu acho que ninguém me pega
Eu fica à sorte, eu fico nua!
Porque meu nome é entrega
E enquanto entrega for meu nome
Eu passo frio, eu passo fome
Mas não deixo tudo aquilo
Que pra todo o peito clame
E para tudo eu sou sincera
Mesmo que caia a censura
Mesmo que lhe acorde a fera
E que lhe consuma a fúria!
Pois o meu nome é entrega!
Gaya Correia - 16 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Primeiras notas dessa partitura...
MISSÃO DO BLOG: EMBARCAR CADA LEITOR EM UMA VIAGEM POÉTICA QUANDO POEMA, MUSICAL QUANDO LETRA DE MÚSICA
Para acessar meus dispositivos sonoros na rede:
www.myspace.com/gayabossapop
www.myspace.com/outofgaya
E meu dispositivo ilustratirvo:
www.fotolog.com/gayacorreiabp
Enfim...Primeiros versos...!
-Cais-
É um passo que eu dou pra frente
São dois passos que eu dou para trás
É espaço, é encontro, é gente
Num compasso lento demais
É passagem, é caminho, é percurso
Quando tudo o que eu quero é estrada
É teto, é parede, é muro
É retrato de uma vida parada
É tudo
É nada
É palavra que cala o meu peito
São amarras que prendem meus pés
São pedras que afundam desejos
Porque meu coração chora mais
É chão
É cais
Enquanto tudo devia ser mar
E o mundo devia ser paz
Contanto que eu não me deixe levar
Pelo que meu coração chora mais
Gaya Correia - 22 de setembro de 2008
Para acessar meus dispositivos sonoros na rede:
www.myspace.com/gayabossapop
www.myspace.com/outofgaya
E meu dispositivo ilustratirvo:
www.fotolog.com/gayacorreiabp
Enfim...Primeiros versos...!
-Cais-
É um passo que eu dou pra frente
São dois passos que eu dou para trás
É espaço, é encontro, é gente
Num compasso lento demais
É passagem, é caminho, é percurso
Quando tudo o que eu quero é estrada
É teto, é parede, é muro
É retrato de uma vida parada
É tudo
É nada
É palavra que cala o meu peito
São amarras que prendem meus pés
São pedras que afundam desejos
Porque meu coração chora mais
É chão
É cais
Enquanto tudo devia ser mar
E o mundo devia ser paz
Contanto que eu não me deixe levar
Pelo que meu coração chora mais
Gaya Correia - 22 de setembro de 2008
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