quinta-feira, 10 de abril de 2014
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
vinteum
Escrevo agora o que não escrevi nos ultimos suspiros dos meus vinte anos.
Acho que não sou só eu, imagino que nao seja uma percepção só minha, de que os tempos de fim de ano movimentam energias maiores que nossas explicações podem abraçar. Tomando-nos como moléculas d'agua, seríamos, juntos, nesse momento, vapor.
E foi na reta final dessa ebulição que eu nasci. Portanto todos os anos, o mundo é tomado por uma inexplicável agitação de compras, ceias, comilanças, presentes, comunhões, religiosidades, crendices, supertições, shoppings, sacolas, champagnes, vinhos, festas, verdadeiros santos bacanais.... enquanto eu tento recompor e estruturar minha vida e pessoa para um novo pedaço de vida.
É interessante pensar que o mundo ao seu jeito, em meio a esse carnaval, tem o mesmo fim ao celebrar a virada, que eu ao celebrar o meu nascimento.
"Ano novo, vida nova".
Eu não sei bem se ajuda ou atrapalha. Sei que fico extremamente sensivel, com oscilações de humor inexplicáveis e muitas vezes até deprimida. Também não sei se me deprime crescer. Por mais peterpaniano que pareça ou até que seja, me assusta ver os anos passando, meu rosto mudando.
Pode ser mera impressão, mas esses dias reparei traços mais fortes no meu rosto que nunca havia percebido, não sei se mudaram meus olhos ou meus olhares. Sei que mudei.
Sei também que nunca acreditei tanto em um ano de mudança como estou acreditando em 2011. Pode ser isso fruto da minha vontade, mais até que da imaginação.
muDANÇAs.
Acho que não sou só eu, imagino que nao seja uma percepção só minha, de que os tempos de fim de ano movimentam energias maiores que nossas explicações podem abraçar. Tomando-nos como moléculas d'agua, seríamos, juntos, nesse momento, vapor.
E foi na reta final dessa ebulição que eu nasci. Portanto todos os anos, o mundo é tomado por uma inexplicável agitação de compras, ceias, comilanças, presentes, comunhões, religiosidades, crendices, supertições, shoppings, sacolas, champagnes, vinhos, festas, verdadeiros santos bacanais.... enquanto eu tento recompor e estruturar minha vida e pessoa para um novo pedaço de vida.
É interessante pensar que o mundo ao seu jeito, em meio a esse carnaval, tem o mesmo fim ao celebrar a virada, que eu ao celebrar o meu nascimento.
"Ano novo, vida nova".
Eu não sei bem se ajuda ou atrapalha. Sei que fico extremamente sensivel, com oscilações de humor inexplicáveis e muitas vezes até deprimida. Também não sei se me deprime crescer. Por mais peterpaniano que pareça ou até que seja, me assusta ver os anos passando, meu rosto mudando.
Pode ser mera impressão, mas esses dias reparei traços mais fortes no meu rosto que nunca havia percebido, não sei se mudaram meus olhos ou meus olhares. Sei que mudei.
Sei também que nunca acreditei tanto em um ano de mudança como estou acreditando em 2011. Pode ser isso fruto da minha vontade, mais até que da imaginação.
muDANÇAs.
Eu nao vou ficar aqui esperando
Voce se decidir ai pensando
Eu nao vou ficar chupando o dedo
te entretendo eu
nao tenho medo...
Nem de você, nem de ninguém.
Nem de ficar sozinha
Eu nasci pelada, careca e sem dente
E já era bonitinha
Imagine agora eu de cabelo grande
Muita água, pouco suco
Na balada quase tudo é lucro!
É tudo lucro...
Moço quieto ...
Macho chucro!
;)
Voce se decidir ai pensando
Eu nao vou ficar chupando o dedo
te entretendo eu
nao tenho medo...
Nem de você, nem de ninguém.
Nem de ficar sozinha
Eu nasci pelada, careca e sem dente
E já era bonitinha
Imagine agora eu de cabelo grande
Muita água, pouco suco
Na balada quase tudo é lucro!
É tudo lucro...
Moço quieto ...
Macho chucro!
;)
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Lá dentro
Seremos muitos mais do que somos hoje
espalhados por esse battlefield.
Armados até os dentes
trincados de raiva e medo
que tudo se acabe.
E faz-se a guerra pra que ela nunca termine
e angarie mais de nós
São convocados os cíumes, o rancor e
a vingança
A vingança alimentará a todos estes homens
loucos uns pelos outros
guerreando com suas espadas de louça.
espalhados por esse battlefield.
Armados até os dentes
trincados de raiva e medo
que tudo se acabe.
E faz-se a guerra pra que ela nunca termine
e angarie mais de nós
São convocados os cíumes, o rancor e
a vingança
A vingança alimentará a todos estes homens
loucos uns pelos outros
guerreando com suas espadas de louça.
domingo, 24 de outubro de 2010
Só mais um texto pra falar de amor. PARTE I
Hoje eu sentei aqui para contar uma coisa para vocês. Talvez vocês já saibam tudo que eu vou dizer. Mas a questão aqui não é O QUE, mas COMO. Como eu penso sobre amor.
Eu, meus vinte anos, minha sensibilidade e minha afinidade com pessoas e com o mundo são os fatores que mais determinam minhas convicções e teorias sobre this thing called LOVE.
Penso, o tempo todo, sobre tudo que me cerca. Penso besteiras, vou longe demais. Penso no que será que as pessoas pensam enquanto me cercam, e quando estão longe. Converso. Converso com todo mundo, quase o tempo todo. Falo demais. Converso para saber o que as pessoas pensam e principalmente, como.
Eu preciso de pessoas. Bem, na verdade, eu, a torcida do flamengo, e o mundo. Pessoas precisam de pessoas. É tão lógico quanto 2 e 2 são 4. Mas nem todas as pessoas têm essa consciência.
Vocês me desculpem se eu novamente estou indo longe demais e dando muitas voltas para chegar ao ponto. Mas para mim é importante falar de pessoas para falar de amor.
Pois amor é a batuta que rege a relação entre os homens. O amor ou a falta dele.
O amor está onde as relações são generosas e gentis. E o amor sempre está, até que se prove o contrário. Não tem a ver com tempo e nem necessariamente com presença.
Se um casal se une rapidamente as pessoas reclamam, dizem que não é possível que se amem em tão pouco tempo. No entanto, se um casal já está junto há muito tempo, dizem que o amor vai desgastar...
E essa vida útil que atribuimos ao amor?
continua ....
Eu, meus vinte anos, minha sensibilidade e minha afinidade com pessoas e com o mundo são os fatores que mais determinam minhas convicções e teorias sobre this thing called LOVE.
Penso, o tempo todo, sobre tudo que me cerca. Penso besteiras, vou longe demais. Penso no que será que as pessoas pensam enquanto me cercam, e quando estão longe. Converso. Converso com todo mundo, quase o tempo todo. Falo demais. Converso para saber o que as pessoas pensam e principalmente, como.
Eu preciso de pessoas. Bem, na verdade, eu, a torcida do flamengo, e o mundo. Pessoas precisam de pessoas. É tão lógico quanto 2 e 2 são 4. Mas nem todas as pessoas têm essa consciência.
Vocês me desculpem se eu novamente estou indo longe demais e dando muitas voltas para chegar ao ponto. Mas para mim é importante falar de pessoas para falar de amor.
Pois amor é a batuta que rege a relação entre os homens. O amor ou a falta dele.
O amor está onde as relações são generosas e gentis. E o amor sempre está, até que se prove o contrário. Não tem a ver com tempo e nem necessariamente com presença.
Se um casal se une rapidamente as pessoas reclamam, dizem que não é possível que se amem em tão pouco tempo. No entanto, se um casal já está junto há muito tempo, dizem que o amor vai desgastar...
E essa vida útil que atribuimos ao amor?
continua ....
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
The end
You turned off the lights
Now you should leave
And close the door behind your back
Leave me thinking of us
And everything else you'll soon forget.
Now you should leave
And close the door behind your back
Leave me thinking of us
And everything else you'll soon forget.
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